A Verdade vos Libertará
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Insistimos no nome Tempo Profético para a nossa coluna. Por que? Porque verdadeiramente
cremos que estamos num tempo profético, tempo de cumprimentos de profecias bíblicas,
tempo do desfecho da história da humanidade. E isso representa para nós muito mais do que
um momento histórico, um momento de decisão.
Precisamos, de fato, decidir de que lado estamos, a que orientações seguimos, que bases
de vida teremos e a que sistema seguiremos. Porque, inegavelmente, num tempo de grande
população mundial, alta evolução tecnológica e rápida comunicação, as opções que se nos
apresentam são inúmeras e temos, quer queiramos, quer não, que fazer uma escolha.
Neste sentido, a voz profética nos faz lembrar de um versículo específico na Bíblia e que,
se pensarmos bem, resume toda a orientação das Escrituras:
"E conhecereis a VERDADE, e a VERDADE vos libertará." (Jo 8:32).
Conhecer a Verdade. Porque só a verdade liberta. É tão bonito repetir este versículo!
Parece poesia, ou até um grito revolucionário. Mas o que ele quer, de fato nos dizer?
É evidente que um dos principais atributos de D'us é a Verdade. Porque Ele é a essência
da Verdade. Ele não pode mentir, é verdadeiro. E Ele detém a verdade ou o conhecimento da
verdade acerca de todas as coisas. Assim, só mesmo nele podemos desfazer todas as mentiras
e desvendar a realidade de nós mesmos, dos outros, Dele e de todo o Universo. Mas será que
nós temos a coragem de buscar a verdade?
Quando dizemos que o fim de todas as coisas está perto, não é para amedrontar, nem para
escandalizar ou acusar ninguém. O fato é que a palavra profética bíblica nos comprova,
pelos atuais cumprimentos proféticos, que estamos no fim. E este fim inclui redenção, mas
também inclui juízo, o juízo de D'us que se aproxima, mas não sem um alerta, uma chamada
à preparação.
E é exatamente por isso que falar da verdade é tão oportuno. Porque a verdade é uma só,
ela não é contraditória, nem parcial. Ela é e pronto. Porque é o engano que é feito de
meias verdades e meias mentiras. É a mentira que esconde a realidade. É a dissimulação que
oculta o sentido exato. Mas a verdade é transparente, translúcida, clara e límpida. Ela é
exata, adequada, fiel ao real. E é por ela que seremos julgados.
Podemos, hoje, nos justificar para quem quisermos. Podemos nos ocultar, nos omitir.
Podemos mentir na hora em que desejarmos, podemos enganar e dissimular. Ou até podemos
aceitar as mentiras e os enganos. Mas naquele dia, diante do Eterno e Onipresente D'us,
só a verdade subsistirá e será as nossas desculpas nos absolverão?
Por esta razão a voz profética clama: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará."
É a hora da verdade. Busca-a, conheça-a, e deixe que ela te liberte, hoje e amanhã. Não
se pode mais continuar no engano e muito menos na mentira. Busquemos, pois a verdade.
Mas onde encontrá-la? São tantas as vozes, tantos os que se dizem profetas, tantas as
pregações e, muitas vezes contraditórias entre si! O que fazer?
Há uma verdade inquestionável: as Sagradas Escrituras. E há um modo de conhecê-las de fato:
com sinceridade de coração. Isso significa que quem deseja a verdade tem, na Bíblia, a sua
fonte de conhecimento. E que, para desvendá-la na sua essência, precisará de um coração e
de uma mente puros, ou seja, desejosos de fato da verdade e dispostos a abrir mão de
ensinamentos errados.
Mas isso pode ser perigoso, pode alguém dizer. Imagine se cada um quiser interpretar a Bíblia
por si mesmo? Imagine se não tivermos aqueles que a traduzem e interpretam por nós, conforme
a nossa linha de pensamento ou religião, como será? E é aí que entra a grande necessidade da
verdade. Porque, se ela é uma só, porque há tantas interpretações? Se há um só ensinamento, porque
tantas instruções contraditórias nas diversas religiões e denominações?
A questão que temos que encarar de frente é que só há um D'us, o Eterno, o Criador dos
Céus e da Terra. E que Ele, na sua bondade e misericórdia, nos deixou um manual de vida,
a Bíblia. E que nós, para conhecê-lo, precisamos nos expor às suas palavras expressas na
Bíblia e nos exemplos que aqueles que o conheceram nos deixaram. Há, de fato, uma urgência
em conhecermos o verdadeiro e pleno evangelho e deixarmos as mentiras teológicas.
Mas para isso precisamos de pureza de coração, ou seja, reconhecer que não conhecemos
nada e que queremos a verdade, só a verdade, custe o que custar.
É preciso coragem para isso, certamente. Porém, não é hora de largar a covardia e não
mais nos escondermos atrás das tradições, quer familiares, quer religiosas ou sociais?
Até quando seremos tão superficiais e acomodados? Será que não percebemos que o tempo
está passando e que nós precisamos de um sentido maior para viver e conviver em meio a
uma humanidade tão ferida e marcada pelo mal?
"Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!", continua clamando a voz profética.
Mas eu já conheço a verdade, pode alguém dizer. E a pergunta vem: Até onde você a conhece?
Até onde seus preconceitos deixaram? Até onde sua religião permite? Até onde seus pais
ensinaram? E será que você já conhece toda a verdade? Então seria você D'us?
Precisamos ser humildes e reconhecer a nossa limitação. Ainda há muito para conhecer e
desvendar entre o céu e a terra. Ainda há muito por se conhecer da verdade. Como está
escrito, D'us não deseja apenas que "todos os homens sejam salvos, mas que cheguem ao
pleno conhecimento da verdade" (I Timóteo 2:4). E, por certo, ainda há muito por se
descobrir que "não era bem assim" como achávamos que era. Chegou, pois, o tempo de deixar
o engano e a mentira, porque o Pai dela é um só e o adversário de D'us - Satanás, o Diabo.
E é com grandes persuasões que ele tem levado muitos a segui-lo ou acreditar nas suas
mentiras, até mesmo sobre D'us e sobre a verdade da Palavra e dos ensinamentos Bíblicos.
Mas a hora do basta chegou! E nós afrontamos a mentira com a verdade e desafiamos os
verdadeiros servos de D'us na Terra: Busquemos a verdade, e somente a verdade, custe o
que custar. Porque ela, sem qualquer margem de dúvidas, não só nos libertará, mas nos
conduzirá à Glória do conhecimento e da presença de D'us e à participação do Seu Desejável
Reino, que durará eternamente. E será individualmente que nos apresentaremos diante de
D'us e, portanto, não teremos ninguém a quem "culpar", com o que é bom nos acostumarmos
logo, reconhecendo a nossa responsabilidade pessoal e independente de buscar e conhecer
a verdade e receber, também pessoalmente, a nossa libertação tão necessária.
Shalom Aleichem!
A Paz seja convosco!

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