Tempo de Vigilância
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Estamos vivendo num tempo muito especial da história da humanidade. Nunca tivemos em outra época tanta tecnologia à disposição, nem uma população mundial tão numerosa. Mas também nunca as alterações na natureza foram tão freqüentes e significativas.
As preocupações com as alterações na camada de ozônio, o desmatamento, as chuvas escassas, os terremotos e os raios mortíferos têm se tornado uma manchete nos noticiários de toda a mídia.
Nós, no Brasil, temos sido provados, neste sentido, com algumas mudanças como chuvas de granizo e inundações de um lado e secas de outro, variação considerável nas estações e racionamento de energia, que se tornaram parte do nosso cotidiano.
Poderíamos simplesmente considerar isso um fato científico normal, devido aos abusos de poluentes, desmatamentos, etc., inerentes ao mundo moderno. No entanto, se analisarmos o mais importante de todos os livros da história da humanidade, a Bíblia Sagrada, certamente descobriremos que na verdade essa realidade vai muito além, sendo mesmo o indício da aproximação de um novo tempo, tempo este de cumprimentos proféticos e do estabelecimento definitivo da redenção humana e, consequentemente, da restauração de toda a terra.
O profeta Daniel, há cerca de 2.500 anos atrás já nos preanunciava o avanço do conhecimento e a conversão de muitos a D'us paralela à desobediência crescente dos ímpios:
"E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará. Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados; mas os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão." (Dn 12:4,10)
Depois, o próprio Yeshua (Jesus) nos alertou:
"E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.
E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.
Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.
Mas todas estas coisas são o princípio de dores." (Mt 24:4-8)
E, dentre as muitas e significativas parábolas contadas por ELe nas Sagradas Escrituras, uma em especial é verdadeiramente oportuna para o tempo em que vivemos:
"ENTÃO o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo. E cinco delas eram prudentes, e cinco loucas. As loucas, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo. Mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, com as suas lâmpadas. E, tardando o esposo, tosquenejaram todas, e adormeceram. Mas à meia-noite ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo, saí-lhe ao encontro. Então todas aquelas virgens se levantaram, e prepararam as suas lâmpadas. E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam. Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós, ide antes aos que o vendem, e comprai-o para vós. E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta. E depois chegaram também as outras virgens, dizendo: SENHOR, Senhor, abre-nos. E ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos. não conheço. Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir." (Mt 25:1-13)
O que estas palavras nos deixam é um alerta à vigilância. Porque podemos até nos considerar "virgens", ou seja, crentes em D'us, justos, retos, honestos e sábios. Mas será que temos tido, de fato, a preparação adequada para o encontro com o Rei dos Reis, Yeshua, Jesus, o Messias de Israel, que, após todos os sinais que já temos visto, virá em glória e reunirá tantos quantos optaram por Nele crer e a Ele e às Sagradas Escrituras seguir?
Prudência, preparação, sabedoria e vigilância são as palavras mais apropriadas para o momento. Como estamos neste sentido?
Temos o azeite suficiente?
Podemos até nos dar o direito de descansar, pois, quando o "Noivo" chegar já estaremos prontos?
Ou será que continuamos adiando para amanhã aquelas atitudes que sabemos serem necessárias hoje?
Os fatos proféticos do tempo do fim estão acontecendo no contexto mundial. Qual será a nossa resposta a eles?
Passividade, ou mudança e "Teshuvá", que, no hebraico, significa retorno a D'us, arrependimento, nova vida segundo os padrões bíblicos e não segundo os padrões deste mundo enlouquecido?
A decisão está em nossas mãos. Que sejamos sábios e espertos o suficiente e enquanto ainda é tempo.
Shalom Aleichem!
Paz seja convosco!

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